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O prêmio Apimec é um dos mais tradicionais do
mercado de capitais. Ao lado de sua longevidade - foi criado em 1973- e sua dimensão nacional, é de se destacar que
o processo é efetivamente democrático. Para começar, as regras são anunciadas
com bastante antecedência, para que a base dos elegíveis seja ampla. Além
disso, o regulamento passa por revisão anual, a fim de que sejam feitos ajustes
para modernizar o processo e adaptar o mesmo a eventuais mudanças estruturais
do mercado de capitais. Nesta edição, a principal mudança foi de ordem
operacional, pois foi introduzido o voto eletrônico, conferindo maior agilidade
e transparência ao processo eleitoral.
O colégio eleitoral é composto por todos os
associados efetivos das Apimecs regionais, que votam voluntariamente em dois
turnos. Entre o primeiro e segundo turno, os candidatos finalistas têm a
oportunidade de fazer campanha para sua candidatura.
Por fim, a coordenação do processo eleitoral é
feita na forma de rodízio regional, para que todas as regionais possam
vivenciar de perto o processo e contribuir para o aperfeiçoamento do mesmo.
Nesta edição, a coordenação ficou sob responsabilidade da Apimec Nordeste, que
conduziu o processo de maneira muito profissional e competente, incluindo o
desafio da introdução do voto eletrônico, que veio para ficar.
Parabenizo todos os participantes do processo
eleitoral: candidatos, eleitores, coordenadores, presidentes regionais e
patrocinadores. Em especial, os vencedores: Cemig, Luiz Rolla, Paulo Ângelo,
Jornal Valor Econômico e CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis).
Lucy
Sousa, Presidente da Apimec Nacional
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